Botaram um negro no STF, um cargo (outrora) prestigioso, importante e de grande visibilidade. Que é que o negro fez? Provou que não passava de um nego safado, dando uma lição e um belo exemplo à sua raça e compatriotas.
Botaram um negro no Ministério do Esporte. Sinhô dotô vossa excelência, o ministro. Que é que o negro fez? Provou que não passava de um bandidinho do PCdoB, dando uma lição e um belo exemplo à sua raça e compatriotas.
Ora, se encherem o Congresso e a Assembléia com esse tipo de aristocracia sob pretextos raciais, não tarda cinco minutos e o Brasil conclui que o problema é racial e responde com outra solução racial em reverso, instaurando logo em seguida o Apartheid para o aplauso e alívio geral da nação.
Nunca vi uma proposta de ação afirmativa mais autocontraditória na vida. Quem, em sã consciência, lutaria para aumentar o percentual de sua raça dentre a corja dos políticos?! Quem teria a audácia de defender isso em público sem vestir dois ou três coletes à prova de balas? Caso houvesse sub-representação de negros na política, isso antes seria um tremendo elogio moral, sinal de que essa gente sabe escolher melhor a sua companhia e o seu ambiente – o que é infelizmente falso.
Pois eu não me importaria que a cota fosse de 100%. Como branco-índio-descendente, apelo aos meus irmãos que desapareçam da política, passem longe, vazem, sumam, jamais se intrometam nesse puteiro; sigam uma vida honesta e honrada e cuidem dos seus próprios negócios; e quanto menos de nós figurarmos entre os bandidos, canalhas, mentirosos, manipuladores, vagabundos, ou numa palavra, os políticos, melhor.

0 comentários:
Postar um comentário