quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O completo fracasso da campanha do Xixi no Banho

O pressuposto era que se mais pessoas fizessem xixi no banho mais água seria economizada. Acontece que, simplesmente, todo mundo já faz xixi no banho faz tempo, e assim a campanha não inflói nem contribói, muito pelo contrário, foi um grande desperdício de dinheiro da fundação S.O.S. Mata Atlântica, exceto pelos dirigentes que enfiaram o dinheiro da campanha no bolso como produtores, idealizadores, diretores de marketing, etc.etc., tenho certeza que este dinheiro foi muito bem empregado, de modo que um príncipe saudita não reclamaria em nada.

Só para vocês terem uma idéia, até o Onildo Santos faz xixi no banho, e isso desde sempre.

Ainda assim, que campanha mais pífia é essa? Desde quando é assim que a coisa funciona? Ora, o Estado e sua centena de braços, as ONGGs, querem que as pessoas parem de fumar, digamos para economizar no SUS. E como fazem? Aumentam os impostos do tabaco em 5000% e aplicam diversas proibições ao fumo. Não ficam simplesmente fazendo campanhas voluntárias sobre fumar no banho, ou sei lá, bem abaixo de um exaustor potente.

Pois eu defendo que um defensor do xixi no banho defenda medidas do mesmo tipo, medidas sérias, mortalmente sérias, para que a coisa toda não fique parecendo uma brincadeira de criança irrelevante, mais redundante do que já é. Devemos lutar para que medidores de descarga sejam instalados em toda residência, obrigatoriamente, para que as pessoas sejam cobradas por cada descarga individual, e não por uma conta de água incapaz de distinguir água da privada e água do banho. E a água da descarga deverá custar 5000% a mais do que a água do banho ou da pia. Pronto, agora é certo que manteremos o hábito já consagrado na população brasileira porca e nojenta de fazer xixi no banho, contra elementos subversivos e rebeldes como eu. Nada move o brasileiro como o dinheiro. É prometer vinte centavos e uma loteria e todo mundo já sai correndo para aderir à Nota Fiscal Paulista, independente de qualquer outra consideração (ainda não digo nem que seja errado, apenas impensado, como um reflexo de arroto, por exemplo).

E essa é uma campanha que teria o meu apoio. Está na hora de vocês começarem a sofrer as conseqüências lógicas dos pressupostos usados contra o cigarro. Come gordura, mané? Come farinha refinada, palhaço? Faz exercício todo dia, vagabundo? Fico muito feliz de saber que André Petry defende a perseguição ao açúcar como o novo tabaco. O modernista Petry bebe nas fontes mais estatistas do mundo moderno, e se ele alegremente avisa que o combate ao açúcar vem aí, é só esperar para ver. Eu não fumo, nem nunca fumei (nem bebo refrigerante), mas vocês também não beberão mais refrigerante; bem feito, seus porcos nojentos.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Ato Concreto em Defesa da Biodiversidade

Como eu sei que esse negócio de “ato simbólico” não convence todo mundo, também estou lançando para o dia 12 de Novembro a campanha do Ato Concreto em Defesa da Biodiversidade. Agora sem palhaçadas e abstrações, os participantes deverão de fato incrementar a biodiversidade real e existente em suas cidades, transformando as nossas selvas de concreto em selvas concretas de fato. Nosso modelo é a Austrália, país onde houve um acréscimo considerável de biodiversidade e diversas espécies novas foram introduzidas, aumentando a riqueza natural daquele continente.

A primeira e mais simples medida é a adoção de um gatinho ou um cachorrinho no abrigo municipal mais próximo, de preferência os que ainda não tenham sido castrados. Estudos provam que se mil pessoas adotarem um casal de cãezinhos todo ano e permitirem a sua livre reprodução, em cinco anos a cidade de São Paulo terá a sua biodiversidade canídea incrementada em 1000%, e será impossível atravessar a esquina sem se deparar com cãezinhos dos mais diversos tipos.

Para os que moram em apartamentos, sugerimos criar biodiversidade de menor tamanho, como por exemplo mosquinhas de banheiro, baratas ou mesmo ratos. Tais animais são muito cômodos para ambientes desse tipo, já que dispensam espaço e atenção excessiva com alimentação, pois tais bichos se alimentarão sozinhos do seu lixo orgânico, protegendo o meio-ambiente e salvando o planeta.

Estas duas medidas já criariam um bioecosistema com predadores e presas: as baratas e ratos acabariam transdiversificando os limites das residências até as ruas, onde seriam devorados por cães e gatos.

Mas que seria da biodiversidade sem a valorização da democracia vegetal? Sugerimos deixar dois coelhos procriarem indefinidamente com a ausência de uma cajadada só, e resolver também o problema de impermeabilidade das cidades grandes, transformando as garagens dos edifícios em pântanos subterrâneos tanto para escoar o excesso de água das chuvas quanto para diversificar as espécies vegetais e animais que atualmente habitam estes ambientes, geralmente apenas limo e uma ou outra barata.

Basta remover a drenagem de tais garagens e permitir o acúmulo de água, e quando este atingir um nível adequado se introduz as espécies pantanais, incluindo animais como jacarés, onças, piranhas, sanguessugas, anacondas e uma grande variedade de insetos. Os carros dos moradores poderão permanecer no pântano, apenas flutuando em jangadas de madeira.

Seja amigo da selva, neste 12 de Novembro seja um selvagem você também!

Ato Simbólico em Defesa da Biodiversidade

Estou lançando a campanha do Ato Simbólico em Defesa da Biodiversidade, marcado para o dia 11 de Novembro, data da primeira redução de biodiversidade causada pelo ser humano segundo estudos provam. Sabe o ato simbólico de apagar a luz num dia do ano para combater o aquecimento global? Já esqueceu? Entendo, é que o planeta parou de aquecer e então ninguém mais quer falar no assunto... De qualquer forma, meu Ato segue o mesmo estilo:

Como deve ser “simbólico” e não influir nem contribuir em nada para o bem da justificativa alegada (exceto por, ainda assim, fazer com que nos sintamos pessoas maravilhosas) os participantes devem, todo dia 11 de Novembro, desabilitar seus antivírus e navegar pelos sites mais obscuros da internet até contrair um vírus de computador, preferencialmente aqueles que se reproduzem enviando cópias para toda a sua lista de contatos, afinal, isto se trata de uma ambiciosa campanha de massas e seus amigos agradecerão o convite. Em poucas horas milhões de computadores estarão participando da campanha, numa verdadeira celebração planetária da vida biointerconectada.

Participe! Infecte-se!

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Queda do Império Republicano

“A federal judge on Thursday sentenced a former Bradley University student and convicted al-Qaida sleeper agent to nearly 8 1/2 years in prison.”
http://www.chicagotribune.com/news/chi-al-marri-sentence-30-oct30,0,292124.story

14 anos de prisão no total máximo pelo apoio material a uns três mil homicídios, para ficar só no resultado “material”, de um réu confesso? Isso é praticamente um incentivo ao terrorismo. Agora entendi porque W. Bush não queria que essa gente fosse processada nas cortes civis: deveria saber que tudo acabaria em mamata. Por outro lado, essa ridícula pena desproporcionalmente leve também deve aumentar o apoio na população à manutenção indefinida dos presos em Guantánamo.

Segundo a idade que a Wikipedia lhe atribui, pelos meus cálculos ele sairá da prisão com 57 ou 54 anos, a depender de bom comportamento na prisão. Não será mais exatamente um moço, claro, mas se estiver com boa saúde ainda terá alguns ou mesmo vários anos de vida ativa pela frente para então dar apoio moral aos terroristas futuros, desfilar numa parada de mártires em algum buraco muçulmano mundo afora (e.g. Londres) e contar sua história de recruta terrorista do bonde do Bin-Laden para um documentário de TV, agora com a autoridade e gravidade da idade madura.

Antes de receber esta notícia eu terminava de assistir ao filme “Queda do Império Romano” de 1964 (com Sophia Loren, etc.). Altamente recomendado, agora mais do que nunca. A moral do filme trata precisamente da tensão entre a punição bárbara aos homens maus necessária para a vigência da Ordem na Polis versus o apego às leis da ainda-civilização que simbolizam aquela ordem mas que numa era de degenerescência se torna impeditivo (cf. “Order and History” vols. II, III e IV de Eric Voegelin). A insistente recusa de Lívio, o general Republicano, de assumir o papel que o destino tanto oferece em suas mãos e tomar as rédeas do Império dirigindo-o seguramente para a virtude e paz, recusa esta que em outros tempos seria ela própria a mais republicana das posturas, agora acaba permitindo a ascensão e mando de Cómodo, o absolutista tresloucado. Já dizia Virgílio, na Eneida, livro VI: “Tu ne cede malis sed contra audentior ito”. Não basta recusar o convite do mal, esquecer do mundo e ir assistir novela em casa, é preciso resistir ativamente contra ele e combatê-lo bravamente, sem hesitar.

É mais ou menos isso, ou então só um romance envolvendo Sophia Loren, ou seja, vale a pena de qualquer maneira. Assistam. Cabe dizer: o enredo é, diria, 50% histórico, 50% ficcional.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Evo Morales e o efeito do crédito Master-Bolivariano

Minha conta de gás mais alta em São Paulo antes do calote Lulo-Imoralico na Petrobrás: R$30,00

Minha conta de gás mais baixa após Lula-Morales, ceteris paribus: R$86,00

Saber que funcionários públicos socialistas/petistas de classe média/baixa sofrem igualmente com o mesmo aumento: não tem preço.

Isso sim acontece no Brasil:

http://www.foxnews.com/politics/2009/10/12/white-house-escalates-war-words-fox-news/

O presidente e seus acólitos demonizando e combatendo a mídia e a liberdade de imprensa e expressão.

3x1 para os EUA em matéria de ‘1984trismo’.

domingo, 11 de outubro de 2009

Novamente Havana, do escritório Cubano da CNN



Ajuste a cor do seu monitor: na verdade as crianças estão uniformizadas de marrom, e não preto, segundo o modelo:

"Hitler Youth"

"Hitler Youth","Waffen SS"

E novamente, nem no Brasil isso acontece.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Direto de Havana, New Jersey, USA



Nem no Brasil isso acontece; ao menos eu nunca vi nossas crianças louvando o Lula.

1984 etc.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

O extremista da privada



Meu Deus! Ele deu a descarga, e era só mijo! É o fim do mundo, alguém chame o Ted Turner e seu Capitão Planeta! Afinal, na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma, menos a água da privada, que depois de descartada desaparece do universo para jamais ser vista novamente. Se uma cidade tem falta de água, isso é um problema de engenharia, e não me refiro a essa engenharia social que pretende amoldar os hábitos das pessoas para que não dêem descarga e façam xixi no banho, duas medidas porcas, certamente calculadas para acostumar o sujeito a viver na merda que seria uma ditadura socialista mundial, com falta de serviços de água e esgoto, banheiros divididos em apartamentos comunais mais superlotados que qualquer presídio brasileiro, etc.

Aliás, eu também nunca dei descarga com tanto prazer como agora que as nossas privadas se tornaram imperativos categóricos politicamente corretos. E o melhor é que eu moro num apartamento com aquela descarga Hydra ligada direto na coluna, sabem? Aquela que, se eu quiser poupar meu bolso, apenas pressiono rapidamente, mas que se eu quiser posso disparar por um período de tempo indeterminado, posso dar descargas de 5 minutos, se quiser. Não sou controlado por um limite pré-estabelecido por um projetista ou burocrata anônimo, eu mesmo decido sobre meus hábitos, necessidades e sua disposição. Quatro vantagens da privada ligada direto na coluna:

1. O metro quadrado do seu banheiro não é reduzido por aquela bacia enorme em cima e atrás da privada.

2. Não que tal espaço vazio seja desperdiçado: sem a barreira próxima, a tampa pode reclinar até a parede num ângulo grande o suficiente para garantir com 100% de certeza que jamais, nunca, sob nenhuma hipótese, ela tombe de volta nas suas costas com você sentado.

3. Na verdade essas privadas são verdadeiros hidrantes, mecanismos emergenciais para combater um incêndio através da inundação do apartamento: basta entupir a privada com qualquer coisa, fechar os ralos e travar a válvula para que muito mais água do que jamais poderia sair pelo encanamentozinho chinfrim das torneiras e chuveiros inunde toda a casa, formando um Piscinão de Ramos ‘indoor’. Assim sendo, tais privadas deveriam baratear seguros contra incêndios, e as privadas limitadas deveriam aumentar os seguros contra incêndios.

4. A Privada livre é um instrumento de educação moral, e não apenas sanitária. Dependendo da sua livre e espontânea vontade, da sua faculdade estimativa, da sua capacidade racional e da sua consciência, você decide o tempo de descarga. Se for liberal demais, sentirá na conta no fim do mês. Se for deveras muquirana, viverá na imundice e transformará seu banheiro numa Placa de Petri gigantesca que mais dia, menos dia apresentará uma conta hospitalar mil vezes mais cara do que anos de uso moderado da descarga. Mais: a Privada é livre, e não anárquica. Ao invés de liberar e satisfazer as suas necessidades no instante em que elas surgem, você aprende ou reforça o aprendizado que seus pais lhe deram para controlar e direcionar adequadamente os impulsos corpóreos. Quer dizer, você não é mais um bebezinho que solta o xixi quando der na telha, ou no ralo, mas segura até chegar à privada, local apropriado, cuja única função para existir é justamente esta. Alguma limitação da liberdade pessoal é essencial ao convívio em sociedade.

Nessa linha, eu tenho uma dúvida sobre a campanha do xixi no banho: na propaganda do SOS Mata Atlântica (http://www.youtube.com/watch?v=XZ_DNc1zbxI) sugere-se a normalidade do xixi no banho ao apresentar todas as pessoas fazendo xixi no banho, sem exceções. Se você não faz, a aberração excepcional anormal incompreensível é você.

Isso quer dizer que, se eu for passar uns dias na casa de um amigo ou parente, devo fazer xixi no banho no banheiro dele? E na verdade tomar banho pensando que ele provavelmente faz xixi no banho? E nos hotéis, também? Todo banheiro de hotel será um verdadeiro mictório de estádio de futebol?

Por que não dar um passo além e evitar o desperdício de papel higiênico ou água utilizando toalhas de rosto para limpar a bunda? Tanta gente passa lama no rosto, neste caso mataríamos dois coelhos (e várias pessoas consumidoras de água) de uma só vez, já que essa seria uma lama orgânica, natural e auto-sustentável.

A proposta do xixi no banho é absolutamente anti-social. Enxergando apenas uma abstração geral maior, o projeto de sociedade futura, cada indivíduo humano é tomado em separado dos demais, como números de RG ou CPF, cuja existência deve se resumir à obediência das mais bizarras imposições de hábitos, que começam com cada um fazendo xixi no banho, mas terminam com banhos de xixi para todos, com todos se banhando na sujeira alheia. O sujeito não deve ter consciência para com seu irmão, os outros que se danem, não deve sequer lembrar que os outros existem, senão para condená-los caso eles não façam xixi no banho.

Mas independente dessa característica anti-social, a idéia não é de fato tão eficaz quanto se supõe.

Ora, a popularidade deste hábito nojento é inversamente proporcional à minha economia de água: se eu suspeito que aquele banheiro seja rotineiramente mijado, não só entrarei no banho de chinelos, que portanto precisarão ser lavados mais tarde, no mínimo com água, numa fonte limpa que não o banho mijado, mas farei eu mesmo uma bela pré-limpeza nas paredes e no chão, para garantir que não respingue em mim a urina alheia, velha, e possivelmente leptospirosa, afinal, será que esse palmeirense troca de cueca? Será que ele se lava, ou também economiza água nessas ocasiões?

Assim, toda a água de uma descarga que o palmeirense economizou ao mijar no banho eu, são paulino, gasto para limpar o banheiro e os meus chinelos.

Na verdade, a depender do encanamento, de quão horizontal, sem sifão e da vazão é possível que a urina vá se acumulando no encanamento, como um musgo no limite entre a água e o ar numa barragem de concreto, e uma vez que a urina apodreça e passe a exalar aquele odor de banheiro de estádio de futebol ela precisará ser limpa com muita água corrente e produtos de limpeza.

Então o cálculo precisa ser refeito para incluir: 1) banheiros inadequados onde a prática é inviável; 2) pessoas como eu que compensarão uma economia aqui com um gasto igual ali.

São Paulo não tem problema de abastecimento de água. Possuímos três vastas represas de fornecimento, uma das quais poderá triplicar sua produção quando todas aquelas habitações irregulares passarem a ter seus esgotos captados. Água é um “recurso renovável”, como se diz, e nenhuma água “gasta” irá desaparecer do universo. O tratamento da água é feito com materiais abundantes, e o único “impacto ambiental”, como se diz, é algum gasto irrelevante de eletricidade, facilmente suprido por hidrelétricas de “impacto” nulo ou de gás natural mínimo.

Se o SOS Mata Atlântica está realmente tão interessado assim em economizar água de maneira desnecessária, neurótica e obcecada, sugiro então uma alternativa muito mais eficaz:

Não fazer xixi nem na privada, nem no banho, mas sempre em garrafas vazias (ou qualquer compartimento do tipo). Cada vez que uma garrafa for preenchida, a pessoa a envia pelo correio para a sede do SOS Mata Atlântica, sugerindo que iniciem uma operação de reciclagem de urina para não deixar toda aquela amônia e uréia, elementos de uso industrial, irem para o ralo.

Salve as nossas florestas e águas: faça xixi no SOS Mata Atlântica.

Se esta campanha obtivesse ampla participação poderíamos até resolver a seca do nordeste sem nenhum investimento bilionário em transposições de rios, mas com uma simples operação de transferência aqüífera onde caminhões tanque cheios de urina paulista transportariam a carga dourada até o nordeste para despejá-la sobre o sedento povo nordestino, mais ou menos do mesmo modo como o Bolsa-Família funciona.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Em Roma, como os Romanos; No Brasil, como os Germânicos

Facílimo resolver os atuais, futuros e passados problemas de corrupção no Senado Federal. Na falta de argúcia, álcool - já nos mostrava Tácito:

“Ch.22
(…)
To pass an entire day and night in drinking disgraces no one. Their quarrels, as might be expected with intoxicated people, are seldom fought out with mere abuse, but commonly with wounds and bloodshed. Yet it is at their feasts that they generally consult on the reconciliation of enemies, on the forming of matrimonial alliances, on the choice of chiefs, finally even on peace and war, for they think that at no time is the mind more open to simplicity of purpose or more warmed to noble aspirations. A race without either natural or acquired cunning, they disclose their hidden thoughts in the freedom of the festivity. Thus the sentiments of all having been discovered and laid bare, the discussion is renewed on the following day, and from each occasion its own peculiar advantage is derived. They deliberate when they have no power to dissemble; they resolve when error is impossible.”
http://www.unrv.com/tacitus/tacitus-germania-6.php

Eis a verdadeira e muito meritória (e talvez única) contribuição de Lula da Silva para a nação brasileira: o modelo do político beberrão e sua aceitação popular para o mais alto cargo executivo, única solução para um país “em ‘civilizamento’”.